quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Boletim Eletrônico: Alimente sua fé em ambiente online

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Oficinas de Formadores aprimoram o ensino da Formação

altA equipe nacional do Ministério de Formação promove em 2013 e 2014 as Oficinas de Formadores. O primeiro encontro será para a Região Sudeste, abordando num primeiro momento, os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, e ocorrerá nos dias 05 e 06 de outubro, em Betim/MG.
O projeto das Oficinas de Formadores foi inspirado durante uma reunião com ministeriados em Formação. Por meio de uma visualização, Deus mostrou aos reunidos um homem maltrapilho, sujo, de semblante pesado andando por uma praça. As pessoas se afastavam dele o quanto podiam, pois sua aparência lhes gerava repulsa. Em seguida, o Senhor mostrou uma bela moça de roupas alvas, de aparência bastante agradável; as pessoas se aproximavam dela por causa de sua beleza, era bom estar em sua presença.
Segundo o coordenador nacional do Ministério de Formação, Vinícius Simões, a partir desta visualização foi discernido que era necessário mudar a “imagem” da Formação. “A formação deve ser como essa moça da aparência agradável, que atraia as pessoas para o Senhor, que apresente um ensino que se traduza na vida, um ensino vivificante. Visando a esse alto patamar de qualidade na formação, o Senhor nos inspirou as Oficinas, que não esgotam esse trabalho de mudança na ‘imagem’ da formação, mas é um passo importante. A formação muda através dos formadores”, afirma Vinícius.
Ainda segundo o coordenador nacional do Ministério, os formadores, como servos do Senhor, precisam investir constantemente nos carismas recebidos de Deus, como na parábola dos 10 talentos. “O senhor deu 5 talentos a um servo e ele lhe devolveu 10 talentos. Da mesma maneira, o Senhor nos dá o carisma da formação, precisamos formar os irmãos cada vez melhor, como porta-vozes que somos do Divino Mestre.”
Oficinas de Formação
As Oficinas de Formação ocorrerão em todo o Brasil, em sua maioria, por meio de Encontros Regionais. Nelas, serão ministrados ensinos específicos para formadores e sobre o Ministério. A partir daí, surgirão os laboratórios, dinâmicas, partilhas e oficinas, propriamente ditas, para colocar em prática cada um dos temas propostos.
Durante os encontros serão trabalhadas as direções em comunhão com tudo o que a RCCBRASIL tem vivido e recebido do Senhor. Serão abordados temas tais como planejamento, a boa preparação do ensino, o formador segundo o coração de Deus, a importância das dinâmicas no processo formativo, entre outros.
Vinícius Simões também afirma que ao participarem dessas oficinas, os ministeriados poderão aprender a ministrar melhor a formação, chamado próprio que Deus fez aos seus corações. E completa:
“Não tenho dúvidas de que essa iniciativa dará um salto de qualidade importante na ministração da formação. Trata-se de investir no carisma que Deus nos deu, desenvolver o dom, lapidá-lo para entregá-lo mais apurado ao Senhor. E este avanço qualitativo dos formadores refletirá nos formandos e então, em todo o Movimento, a começar pelos Grupos de Oração. Não percamos essa oportunidade que o Senhor nos dá de sermos ministeriados mais arrojados para Ele e segundo o Coração Dele.”
Para inscrever-se nas Oficinas da Região Sudeste, procure a coordenação do Ministério de Formação de seu estado ou saiba mais pelo link. Para as demais regiões do país, mantenha-se informado com a coordenação estadual e acompanhe novas notícias no Portal.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013


A dois meses do encerramento, bispos fazem balanço do Ano da Fé

Jéssica Marçal
Da Redação


Arquivo
Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, acredita que Ano da Fé já está dando frutos
O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI, termina no dia 24 de novembro. Desde outubro passado, fiéis e toda a Igreja têm tido a oportunidade de refletir mais sobre a fé católica, atendendo à proposta da iniciativa. 

O presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, disse que, ao longo desses 11 meses, houve um esforço geral de valorizar mais a fé, conhecendo seu conteúdo e vivendo-a mais intensamente.

Sobre as várias iniciativas no Brasil e no mundo, Dom Sérgio explica que elas se dividiram em vários níveis – local, diocesano, em movimentos – mas a proposta foi sempre estudar os conteúdos fundamentais da fé.

“Houve uma valorização maior do próprio Catecismo da Igreja Católica. (...) Também eu creio que essa renovação missionária da Igreja aconteceu em nível local e paroquial também motivada pelo Ano da Fé”, disse.

A busca da educação na fé por parte dos jovens foi um ponto destacado pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), Dom Wilson Angotti, como uma dessas iniciativas marcantes. O prelado também é membro da Comissão para a Doutrina da Fé e contou que viu vários grupos de jovens estudando o Catecismo da Igreja Católica e a Doutrina Social da Igreja.

“Isso desperta em nós a consciência de que os jovens estão buscando, estão aprofundando e a fé tende a se tornar sempre mais consciente e mais firme. Eu acho que isso é algo que fica marcante nesse Ano”.

Aspectos pontuais


Sem deixar de considerar as ações paroquiais e diocesanas que aconteceram, Dom Sérgio destacou o congresso sobre os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, uma ação em nível de Conferência Episcopal. Ele também citou a publicação de um documento sobre as razões da fé no mundo de hoje.

“É muito importante as pessoas darem as razões da fé, o porquê creem, por isso que tem que conhecer melhor. A própria Conferência Episcopal, através da Comissão para a Doutrina da Fé, publicou este texto”, exemplificou.

Em nível mais local, Dom Wilson comentou a intensificação da catequese na região Nossa Senhora da Conceição, onde ele atua em Belo Horizonte. “Nós tivemos um empenho grande em intensificar a catequese, eu acho que é uma iniciativa justamente motivada pelo Ano da Fé e que pode ser percebida em relação ao que o Ano da Fé nos solicitava”. 
Arquivo
Dom Wilson acredita que a fé se fortalece mesmo nas adversidades
 Provação à fé

A busca pela confirmação na fé coloca em questão também as diversas formas de abalar a fé nos dias de hoje. Como exemplo, podem ser citados os conflitos na Síria, que causaram muitas mortes e destruição no país, inclusive de cristãos.

Dom Wilson comenta que as adversidades sempre estiveram presentes na história da Igreja, com desafios e opressões aos cristãos. “Eu acredito que a fé, também nesses ambientes de adversidades, ela se fortalece sempre mais e o testemunho dos cristãos nunca passa em vão”.

Orientações para vivência da fé

E para estes últimos meses de Ano da Fé, Dom Sérgio e Dom Wilson deixaram algumas orientações para que esse período seja bem vivenciado. Dom Wilson destacou três ações: conhecer, viver e transmitir a fé.

“É um compromisso que fica para cada um de nós cristãos mesmo terminando o Ano da Fé, que nos serve apenas de uma motivação para que possamos viver esses compromissos que são parte integrante de toda a nossa vida cristã”.

Dom Sérgio concluiu destacando que estas são ações, inclusive, presentes na estrutura do próprio Catecismo da Igreja Católica. “Nós temos que entender que o Ano da Fé continua a sua proposta de uma vivência da fé, mas da fé que é professada, da fé celebrada, portanto são esses três momentos que estrutura o próprio Catecismo da Igreja Católica: a fé que nós professamos, a fé que nós rezamos ou celebramos, a fé que nós procuramos vivenciar”.


Fonte: Canção Nova

A dois meses do encerramento, bispos fazem balanço do Ano da Fé Jéssica Marçal Da Redação ArquivoDom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, acredita que Ano da Fé já está dando frutos O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI, termina no dia 24 de novembro. Desde outubro passado, fiéis e toda a Igreja têm tido a oportunidade de refletir mais sobre a fé católica, atendendo à proposta da iniciativa. O presidente da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília, disse que, ao longo desses 11 meses, houve um esforço geral de valorizar mais a fé, conhecendo seu conteúdo e vivendo-a mais intensamente. Sobre as várias iniciativas no Brasil e no mundo, Dom Sérgio explica que elas se dividiram em vários níveis – local, diocesano, em movimentos – mas a proposta foi sempre estudar os conteúdos fundamentais da fé. “Houve uma valorização maior do próprio Catecismo da Igreja Católica. (...) Também eu creio que essa renovação missionária da Igreja aconteceu em nível local e paroquial também motivada pelo Ano da Fé”, disse. A busca da educação na fé por parte dos jovens foi um ponto destacado pelo bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG), Dom Wilson Angotti, como uma dessas iniciativas marcantes. O prelado também é membro da Comissão para a Doutrina da Fé e contou que viu vários grupos de jovens estudando o Catecismo da Igreja Católica e a Doutrina Social da Igreja. “Isso desperta em nós a consciência de que os jovens estão buscando, estão aprofundando e a fé tende a se tornar sempre mais consciente e mais firme. Eu acho que isso é algo que fica marcante nesse Ano”. Aspectos pontuais Sem deixar de considerar as ações paroquiais e diocesanas que aconteceram, Dom Sérgio destacou o congresso sobre os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica, uma ação em nível de Conferência Episcopal. Ele também citou a publicação de um documento sobre as razões da fé no mundo de hoje. “É muito importante as pessoas darem as razões da fé, o porquê creem, por isso que tem que conhecer melhor. A própria Conferência Episcopal, através da Comissão para a Doutrina da Fé, publicou este texto”, exemplificou. Em nível mais local, Dom Wilson comentou a intensificação da catequese na região Nossa Senhora da Conceição, onde ele atua em Belo Horizonte. “Nós tivemos um empenho grande em intensificar a catequese, eu acho que é uma iniciativa justamente motivada pelo Ano da Fé e que pode ser percebida em relação ao que o Ano da Fé nos solicitava”. ArquivoDom Wilson acredita que a fé se fortalece mesmo nas adversidades Provação à fé A busca pela confirmação na fé coloca em questão também as diversas formas de abalar a fé nos dias de hoje. Como exemplo, podem ser citados os conflitos na Síria, que causaram muitas mortes e destruição no país, inclusive de cristãos. Dom Wilson comenta que as adversidades sempre estiveram presentes na história da Igreja, com desafios e opressões aos cristãos. “Eu acredito que a fé, também nesses ambientes de adversidades, ela se fortalece sempre mais e o testemunho dos cristãos nunca passa em vão”. Orientações para vivência da fé E para estes últimos meses de Ano da Fé, Dom Sérgio e Dom Wilson deixaram algumas orientações para que esse período seja bem vivenciado. Dom Wilson destacou três ações: conhecer, viver e transmitir a fé. “É um compromisso que fica para cada um de nós cristãos mesmo terminando o Ano da Fé, que nos serve apenas de uma motivação para que possamos viver esses compromissos que são parte integrante de toda a nossa vida cristã”. Dom Sérgio concluiu destacando que estas são ações, inclusive, presentes na estrutura do próprio Catecismo da Igreja Católica. “Nós temos que entender que o Ano da Fé continua a sua proposta de uma vivência da fé, mas da fé que é professada, da fé celebrada, portanto são esses três momentos que estrutura o próprio Catecismo da Igreja Católica: a fé que nós professamos, a fé que nós rezamos ou celebramos, a fé que nós procuramos vivenciar”.